O chanceler Aloysio Nunes discursa no lançamento da Aliança Global contra o Comércio de Bens Utilizados para Tortura e Pena de Morte, em Nova York (EUA). Crédito: Divulgação

Aloysio Nunes (MRE) discursa no lançamento da Aliança Global contra Comércio de Bens Utilizados para Tortura, em Nova York (EUA). Crédito: Divulgação

Nova York – O Brasil e outros países 57 países lançaram, em reunião nesta segunda (18) nas Nações Unidas, a Aliança Global contra o Comércio de Bens Utilizados para Tortura e Pena de Morte.

Ao fazer parte do grupo, as nações se comprometem a tomar medidas para controlar e restringir a exportações desses artigos como, por exemplo, injeções letais, câmaras de gás e cintos de choque. A associação nasceu após iniciativa da Argentina, Mongólia e União Europeia.

“A pena de morte e a tortura enfrentam a consciência humana. Essas práticas nunca são garantia de estabilidade e paz social. Pelo contrário, geram mais injustiça e atestam o fracasso das normas de civilização que devem orientar as relações sociais”, discursou o chanceler Aloysio Nunes Ferreira durante o evento. “Contem com o firme apoio e compromisso do Brasil nesta nobre causa”, ressaltou.

Em comunicado, os países da aliança reforçaram ainda o compromisso de disponibilizar assistência técnica para ajudar outras nações a implementar leis para banir o comércio desses bens. O grupo ainda anunciou que irá lançar uma plataforma de monitoramento para troca de informações.

“A aliança que lançamos hoje impulsionará esse objetivo através do diálogo. Promoverá a adoção de legislação e sistemas eficientes”, reforçou ainda o ministro brasileiro das Relações Exteriores.

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