Os oposicionista Leopoldo López (esquerda) e Antonio Ledezmo, que retornaram à prisão comum nesta terça (1). (Crédito: Reprodução TV Globo)

Os oposicionistas venezuelanos Leopoldo López (esquerda) e Antonio Ledezma (direita), que retornaram à prisão comum nesta terça (1). (Crédito: Reprodução TV Globo)

Brasília – Em comunicado divulgado nesta terça-feira (1), o Ministério das Relações Exteriores do Brasil pediu a libertação imediata de Leopoldo López e de Antonio Ledezma. Os dois políticos, opositores do presidente venezuelano Nicolás Maduro, estavam em prisão domiciliar e foram enviados para uma prisão comum durante a madrugada.

No texto, o Itamaraty reforça que as detenções representam “mais uma demonstração da falta de respeito às liberdades individuais e ao devido processo legal”. A pasta reforçou ainda o fato de que a ação ocorreu um dia após a votação para a escolha de uma Assembleia Constituinte “em franca violação da ordem constitucional venezuelana”.

Leia a íntegra do comunicado

O governo brasileiro repudia a recondução ao regime fechado de Leopoldo López e Antonio Ledezma, ocorrida um dia após a votação para a escolha de uma assembleia constituinte em franca violação da ordem constitucional venezuelana. O Brasil solidariza-se com o sofrimento dos familiares de Antonio Ledezma e Leopoldo López, em particular suas mulheres, Mitzi Capriles e Lilian Tintori.

A prisão de dois dos mais importantes opositores ao governo do presidente Nicolás Maduro é mais uma demonstração da falta de respeito às liberdades individuais e ao devido processo legal, pilares essenciais do regime democrático. O Brasil insta o governo venezuelano a libertar imediatamente López e Ledezma.

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